Feng-Shui, a tradicional filosofia milenar da Arte chinesa de harmonizar ambientes, significa vento e água em chinês. Vento sendo o lado vital e invisível, e a água o lado observável e em constante transmutação e fluência. Os fundamentos da Arte remontam há cerca de 5000 anos, tendo suas origens no I Ching (O livro das mutações), nos conhecimentos que geraram os princípios da Medicina Tradicional Chinesa e da Acupuntura.

Sua arte é como o vento que não se pode entender, e como a água, que não se pode agarrar. Em sentido literal, o termo refere-se à topografia da terra: montanhas, vales e cursos de água, cujas formas, tamanhos, direções e profundidades são determinadas pela contínua ação das poderosas forças da natureza vento e água.

Nos textos clássicos chineses, o Feng Shui comumente é descrito pela frase “tian ling di li ren he” que significa “influência celestial auspiciosa, topografia benéfica, ações humanas harmoniosas”.

De acordo com seu princípio essencial, há uma energia vital que permeia todas as coisas, à qual chamamos de Ch’i, em cujo fluxo não se deve interferir. Essa energia “Ch’i” = força vital é levada pela corrente de Feng (vento) e Shui (água).

Conhecer, compreender, equilibrar e curar (quando necessário) esse fluxo, interligando-os a nós seres humanos, é que resulta na Arte do Feng-Shui. Assim procedendo, ou seja, equilibrando, captando e atraindo o “Ch’i” para dentro de um local, fazendo-o fluir através do espaço; o próprio ambiente nos entregará a energia necessária para alcançar equilíbrio, paz, harmonia, prosperidade e abundante sorte em nossas vidas. O objetivo do Feng-Shui, portanto, é trazer para dentro do espaço que vivemos, o Equilíbrio e a Harmonia das boas vibrações ( CH’I).

Patrícia Ungarelli


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